Segundo a Associação de Psiquiatria Americana, 25% da população mundial possui algum tipo de fobia. Uma das comuns é a Acrofobia, o popular medo de altura.
A grande maioria de trilhas, que estamos habituados a fazer, conta com penhascos e locais íngremes como parte do percurso. Ainda existem aquelas que têm como objetivo final um local de grande altura, como o pico de alguma montanha. Será que as pessoas possuidoras de Acrofobia ficam proibidas de visitar estes lugares pela limitação que possuem?
A resposta para esta pergunta é simples. Não!
A acrofobia, como a maioria das demais, pode ser facilmente controlada e contornada, caso exista real interesse do possuidor da fobia.
Uma das técnicas atualmente disponíveis é a psicoterapia cognitivo-comportamental. Nela o paciente é posto gradualmente frente a situações que geram o medo, com isto ele consegue compreender que o medo não faz sentido e o problema se encerra aos poucos. Um dos possíveis problemas com este tipo de tratamento é a exposição a um nível de exposição intolerável ao paciente, o que pode agravar o caso. A dica é fazer este tratamento com um especialista, ou tentar em níveis bem pequenos, caso a pessoa queira arriscar por sua conta.
Dentre as opções de tratamento, estão em fase de testes ambientes de realidade virtual, que simulam alturas das mais variadas, para tentar tratar casos como este. Mas que tal unir o útil ao agradável?
Se você é possuidor deste tipo de fobia, pesquise por locais com pequenas alturas e vá se aventurar. O convívio com a natureza e a riqueza da variação dos locais pode lhe ajudar a perder o foco na altura e curtir o momento. Pergunte a alguém de confiança, pode ser um guia ou mesmo um amigo que tem o hábito de praticar atividades de aventura, e veja os lugares que mais lhe interessam.
A descoberta de um novo mundo está a seu alcance e nada pode lhe retirar o prazer de viver.
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